A engenharia da usabilidade tem os seguintes tópicos de estudo:
INTERAÇÃO HUMANO-COMPUTADOR (IHC)
Definição dos requisitos básicos a serem considerados em qualquer processo de interação homem-máquina.
FATORES HUMANOS NA USABILIDADE
Estudo dos aspectos psicofisiológicos do processamento mental humano.
ENGENHARIA DE SOFTWARE COM IHC
Estudo de métodos de desenvolvimento de software com a participação efetiva do usuário final.
DISPOSITIVOS DE INTERAÇÃO
Estudo da adequação dos dispositivos de interação aos diversos tipos de sistemas.
DESENHO DE INTERFACES (Design)
- Cores, Usabilidade na Web
Estudo de padrões de desenho de interfaces que facilitem a vida do usuário, com destaque ao uso adequado de cores.
MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DE USABILIDADE
Avaliação dos sistemas com base em critérios de usabilidade.
ERGONOMIA
Estudo da influência dos fatores externos (ambiente, equipamentos de apoio, layout, etc) no uso dos sistemas.
ÉTICA DA USABILIDADE
Análise das conseqüências da ubiqüidade da tecnologia da informação.
terça-feira, 15 de abril de 2008
PRINCÍPIOS QUE REGEM A USABILIDADE
DIAS destaca os sete princípios que regem a usabilidade, dentre os quais os cinco primeiros foram descritos por NIELSEN em seu livro “Usability Engineering” (1993, p.26):
1. FACILIDADE DE APRENDIZADO: O usuário novato deve ser capaz de aprender a utilizar o sistema logo no primeiro contato, sem auxílio externo ou interno, através de consulta ao help online.
2. EFICIÊNCIA DE USO: O sistema deve possibilitar formas alternativas e mais rápidas para os usuários experientes realizarem suas tarefas.
3. FACILIDADE DE MEMORIZAÇÃO: Interface baseada em analogias com o mundo real, desobrigando o usuário intermitente a ter que reaprender o sistema a cada nova interação.
4. BAIXA TAXA DE ERROS: O sistema deve conduzir o usuário na realização de sua tarefa com o menor número de erros possíveis e se houver erros, o sistema deverá possibilitar recuperação.
5. SATISFAÇÃO SUBJETIVA: O usuário deve utilizar o sistema como uma atividade prazerosa e de grande apoio ao seu trabalho.
6. CONSISTÊNCIA: Tarefas similares requerem seqüências de ações similares, assim como ações iguais devem acarretar efeitos iguais. Dias sugere usar terminologia, layout gráfico, conjunto de cores e fontes padronizados também são medidas de consistência.
7. FLEXIBILIDADE: O sistema deve possuir interfaces adaptáveis, permitindo ao usuário customizar sua próprio mecanismo de interação ou sugerindo (interfaces inteligentes) atalhos para a execução de passos repetitivos, quando conveniente.
1. FACILIDADE DE APRENDIZADO: O usuário novato deve ser capaz de aprender a utilizar o sistema logo no primeiro contato, sem auxílio externo ou interno, através de consulta ao help online.
2. EFICIÊNCIA DE USO: O sistema deve possibilitar formas alternativas e mais rápidas para os usuários experientes realizarem suas tarefas.
3. FACILIDADE DE MEMORIZAÇÃO: Interface baseada em analogias com o mundo real, desobrigando o usuário intermitente a ter que reaprender o sistema a cada nova interação.
4. BAIXA TAXA DE ERROS: O sistema deve conduzir o usuário na realização de sua tarefa com o menor número de erros possíveis e se houver erros, o sistema deverá possibilitar recuperação.
5. SATISFAÇÃO SUBJETIVA: O usuário deve utilizar o sistema como uma atividade prazerosa e de grande apoio ao seu trabalho.
6. CONSISTÊNCIA: Tarefas similares requerem seqüências de ações similares, assim como ações iguais devem acarretar efeitos iguais. Dias sugere usar terminologia, layout gráfico, conjunto de cores e fontes padronizados também são medidas de consistência.
7. FLEXIBILIDADE: O sistema deve possuir interfaces adaptáveis, permitindo ao usuário customizar sua próprio mecanismo de interação ou sugerindo (interfaces inteligentes) atalhos para a execução de passos repetitivos, quando conveniente.
Como surgiu a Engenharia da Usabilidade?
ROSSON & CAROL nos reportam à origem do termo engenharia de usabilidade, afirmando que ele surgiu em 1986, na Digital Equipment Corporation. Seu propósito era se referir a conceitos e técnicas para planejamento, execução e verificação de objetivos para a garantia da usabilidade do sistema. A meta era definir no início do projeto quais os requisitos de usabilidade que deveriam ser atendidos pelo sistema.Na exposição dos autores acima, o foco inicial da engenharia de usabilidade era o desenho da interface do usuário, que aos poucos foi se estendendo para outras etapas do ciclo de desenvolvimento de software, particularmente a análise de requisitos e a prototipação do sistema. Essa evolução trouxe a necessidade da compreensão dos cenários de interação dos usuários, sendo o contexto de uso valorizado como um dos fatores-chave para o sucesso do sistema.
terça-feira, 30 de outubro de 2007
Pesquisa diz que 37% trabalham 'de corpo e alma' no Brasil
Uma pesquisa da consultoria americana Towers Perrin indicou que 37% dos funcionários de empresas brasileiras se dedicam 'de corpo e alma' ao seu trabalho.
Entre 18 países, o Brasil ficou atrás apenas do México (54%) no ranking dos países que mais demonstraram o que a consultoria chama de "engajamento" com suas obrigações profissionais.
O levantamento feito em maio e junho com 90 mil pessoas – cerca de 1,5 mil delas no Brasil – procurou medir a motivação dos trabalhadores no ambiente corporativo.
Depois dos brasileiros, os indianos (36%) foram os que mais se declararam 100% comprometidos profissionalmente, seguidos pelos americanos (29%) e suíços (23%).
A média mundial foi 21%, mas na Ásia (Japão, 3%, Hong Kong, 5%, e Coréia do Sul, 8%) o percentual de trabalhadores que disseram dar 100% de si ficou entre os mais baixos do mundo.
A pesquisa procurou avaliar três dimensões do engajamento dos trabalhadores: a racional (pensar no trabalho), a emocional (se envolver emocionalmente com o trabalho) e a motivacional (agir no trabalho).
A pesquisa procurou avaliar três dimensões do engajamento dos trabalhadores: a racional (pensar no trabalho), a emocional (se envolver emocionalmente com o trabalho) e a motivacional (agir no trabalho).
Para ser considerado um funcionário 'de corpo e alma', uma pessoa tem de se envolver com seu trabalho nestas três dimensões, e estar disposta a fazer um esforço extra para alcançar o sucesso.
Em outros níveis de engajamento, os trabalhadores podem desempenhar seu trabalho com competência e eficiência, mas não se entregar 'de corpo e alma'.
Cultura
"Essa diferença se deve a fatores culturais e culturas de trabalho diferentes no mundo", explicou o porta-voz da Tower Perrins, Patrick Kulesa.
Nos países que registraram maiores índices na pesquisa, existe uma cultura de não admitir a falta de conexão com o trabalho, ele afirmou.
Segundo Kulesa, um dos fatores que mais influenciam as respostas neste tipo de pesquisas é a
chamada "diferença de poder": trabalhadores hierarquicamente distantes de seus chefes tendem a evitar uma postura negativa no trabalho, simplesmente porque "pega mal"
Por outro lado, as respostas tão baixas na Ásia podem se relacionar ao momento econômico de países que, em décadas passadas, deram saltos de crescimento e já não exibem o mesmo dinamismo econômico.
"A diferença nas respostas não significa necessariamente que os trabalhadores no leste asiático são menos felizes que seus colegas no Brasil ou no México."
Lacuna
Ainda assim, a consultoria viu uma "lacuna de engajamento" entre o esforço que as empresas requerem de seus funcionários e o que eles se vêem em condições oferecer.
Na pesquisa, 38% das pessoas se disseram parcialmente ou totalmente "desengajadas" - pouco conectadas com seu trabalho nas três dimensões pesquisadas, em especial na emocional.
No Brasil, o percentual de pessoas nesta condição é de 25%, segundo o estudo.
No estudo, outro porta-voz da Towers Perrin, Jim Crawley, disse que as empresas precisam encontrar maneiras de motivar sua mão-de-obra para melhorar seu desempenho.
"É impossível exagerar na importância de uma estratégia de recursos humanos e a influência que ela pode ter sobre o desempenho de uma companhia", ele afirmou.
"No momento em que as companhias estão buscando todo tipo de vantagem competitiva, a própria força de trabalho representa o maior reservatório de potencial inexplorado."
Concentração no trabalho 'cai no meio da tarde'
A grande maioria dos trabalhadores britânicos se desliga do trabalho no meio da tarde, depois de atingir o pico de produtividade às 10h30 da manhã, segundo uma pesquisa realizada pela empresa de direito trabalhista Peninsula.
O estudo entrevistou 2.736 pessoas que trabalham em escritórios na Grã-Bretanha, a maioria em horário comercial.
Entre os entrevistados, 82% disseram que trabalham melhor de manhã, enquanto 76% admitiram que por volta das 15h30 começam a pensar em outros assuntos.
"As pessoas nos disseram que perdem a concentração depois das 15h30 e começam a planejar o que vão fazer depois do trabalho, o que vão comer no jantar, para onde vão sair à noite, ou simplesmente passam o resto do dia navegando na internet", disse Alan Price, da Peninsula.
"Parece que os funcionários pensam que já fizeram quase tudo o que precisavam a essa hora e que podem se desligar (do trabalho). Infelizmente, isso pode ser frustrante para os chefes das empresas, porque eles pagam os empregados para que eles trabalhem um certo número de horas", afirmou Price.
A consultoria britânica diz que é difícil monitorar a produtividade dos funcionários durante a tarde, mas afirma que há medidas que podem ser tomadas para reduzir a falta de interesse pelo trabalho.
"É preciso pensar em introduzir metas que possam ser alcançadas e que permitam que o funcionário saia um pouco mais cedo como prêmio ou instituir um prêmio semanal por excelência no trabalho", sugeriu Price.
"Os empregadores também precisam garantir que os funcionários tenham intervalos para descansar ou sair um pouco do escritório, mesmo que por poucos minutos, para que eles não fiquem desinteressados ou preocupados com outros assuntos."
Fonte BBC Brasil
O estudo entrevistou 2.736 pessoas que trabalham em escritórios na Grã-Bretanha, a maioria em horário comercial.
Entre os entrevistados, 82% disseram que trabalham melhor de manhã, enquanto 76% admitiram que por volta das 15h30 começam a pensar em outros assuntos.
"As pessoas nos disseram que perdem a concentração depois das 15h30 e começam a planejar o que vão fazer depois do trabalho, o que vão comer no jantar, para onde vão sair à noite, ou simplesmente passam o resto do dia navegando na internet", disse Alan Price, da Peninsula.
"Parece que os funcionários pensam que já fizeram quase tudo o que precisavam a essa hora e que podem se desligar (do trabalho). Infelizmente, isso pode ser frustrante para os chefes das empresas, porque eles pagam os empregados para que eles trabalhem um certo número de horas", afirmou Price.
A consultoria britânica diz que é difícil monitorar a produtividade dos funcionários durante a tarde, mas afirma que há medidas que podem ser tomadas para reduzir a falta de interesse pelo trabalho.
"É preciso pensar em introduzir metas que possam ser alcançadas e que permitam que o funcionário saia um pouco mais cedo como prêmio ou instituir um prêmio semanal por excelência no trabalho", sugeriu Price.
"Os empregadores também precisam garantir que os funcionários tenham intervalos para descansar ou sair um pouco do escritório, mesmo que por poucos minutos, para que eles não fiquem desinteressados ou preocupados com outros assuntos."
Fonte BBC Brasil
Desktops 3D: Projeto Looking Glass
O Projeto Looking Glass, um sistema desktop 100% 3D feito em Java usando a API Java 3D.Existem várias formas de instalar. Para Linux é possível configurá-lo para trabalhar com o servidor X e rodar como seu ambiente desktop default, ou como uma aplicação. Para Windows, o sistema roda como um programa comum, com a área de trabalho 3D dentro de uma janela. Por ser fácil de instalar e executar, recomendo que baixem e testem!
Para um experiência melhor, existe ainda um outro projeto, o LG3D-LiveCD, que é um Linux bootável com o sistema. Em sua versão atual, já existe um protótipo de instalador no HD, caso goste muito do programa. Basicamente é um Slackware com drivers NVidia instalados.
Realmente vale à pena testar, pois é o ambiente Desktop 3D mais avançado da atualidade, superando o Aqua e o XGL/AIGLX.
Para um experiência melhor, existe ainda um outro projeto, o LG3D-LiveCD, que é um Linux bootável com o sistema. Em sua versão atual, já existe um protótipo de instalador no HD, caso goste muito do programa. Basicamente é um Slackware com drivers NVidia instalados.
Realmente vale à pena testar, pois é o ambiente Desktop 3D mais avançado da atualidade, superando o Aqua e o XGL/AIGLX.
terça-feira, 16 de outubro de 2007
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